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Localizada a cerca de 520 km de Fortaleza, Assaré surgiu como vila em 11 de janeiro de 1869 e foi elevada à categoria de município em 1938, sendo fundada por Alexandre da Silva Pereira. O local parece ter sido moldado entre versos e veredas, com seus casarões antigos, festas populares e uma poesia que brota da terra ressequida como esperança.
Abre a Dica
É impossível falar de Assaré sem lembrar do poeta do povo. Filho ilustre da cidade, Patativa do Assaré transformou o cotidiano sertanejo em literatura viva. Sua obra ecoa em cada canto da cidade, sobretudo no Memorial que leva seu nome, um espaço simples e afetivo, onde estão reunidos objetos pessoais, manuscritos, fotografias e trechos gravados de sua voz inconfundível. Ali perto, a Casa do Poeta, na Serra de Santana, revela o ambiente rústico onde ele viveu boa parte da vida: chão batido e paredes de taipa.
Mas Assaré não vive só de saudade. O presente brinca nas ruas durante as festas tradicionais, como o "Assaré em Arte e Cultura", realizado em março, ou o movimentado São João, em junho. Em setembro, a cidade se veste de fé para celebrar Nossa Senhora das Dores, padroeira local. No fim do ano, o “Natal de Luz” transforma a praça com decoração e música da Sinfonia Patativa, formada por músicos da região.
Caminhar pelo centro histórico é como folhear um livro antigo. A Igreja Matriz, do século XIX, se impõe com sua arquitetura singela e acolhedora. Próximo dali, casarões como o da Fazenda Infincado e a Casa da Várzea guardam memórias da época dos grandes fazendeiros e das lutas pela terra. Já nos arredores, a Barragem Canoas atrai quem busca sombra, água fresca e um respiro da rotina urbana.
Assaré pode até parecer pequena no mapa, mas é imensa em identidade. É daquelas cidades que não se esquecem.
Dica da BV: Se quiser conhecer Assaré, vá em março para a festa de Patativa ou em setembro para o novenário da padroeira. Leve chapéu e protetor solar se for explorar a barragem, e não saia sem provar a carne de sol com macaxeira ou comprar uma peça de couro no mercado. Quem vai nos períodos festivos deve reservar hospedagem com antecedência.
É impossível falar de Assaré sem lembrar do poeta do povo. Filho ilustre da cidade, Patativa do Assaré transformou o cotidiano sertanejo em literatura viva. Sua obra ecoa em cada canto da cidade, sobretudo no Memorial que leva seu nome, um espaço simples e afetivo, onde estão reunidos objetos pessoais, manuscritos, fotografias e trechos gravados de sua voz inconfundível. Ali perto, a Casa do Poeta, na Serra de Santana, revela o ambiente rústico onde ele viveu boa parte da vida: chão batido e paredes de taipa.
Mas Assaré não vive só de saudade. O presente brinca nas ruas durante as festas tradicionais, como o "Assaré em Arte e Cultura", realizado em março, ou o movimentado São João, em junho. Em setembro, a cidade se veste de fé para celebrar Nossa Senhora das Dores, padroeira local. No fim do ano, o “Natal de Luz” transforma a praça com decoração e música da Sinfonia Patativa, formada por músicos da região.
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Caminhar pelo centro histórico é como folhear um livro antigo. A Igreja Matriz, do século XIX, se impõe com sua arquitetura singela e acolhedora. Próximo dali, casarões como o da Fazenda Infincado e a Casa da Várzea guardam memórias da época dos grandes fazendeiros e das lutas pela terra. Já nos arredores, a Barragem Canoas atrai quem busca sombra, água fresca e um respiro da rotina urbana.
Assaré pode até parecer pequena no mapa, mas é imensa em identidade. É daquelas cidades que não se esquecem.
