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Santana do Cariri

Paleontologia em primeiro plano

Tempo de leitura: 2min
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Seguindo o roteiro pelo Cariri, Santana do Cariri surge como palco de importantes descobertas científicas e devoção popular, uma combinação que amplia o repertório da viagem.
 
  No centro da cidade, o Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens se destaca como guardião de cerca de 7.000 fósseis da Bacia do Araripe, com peças de plantas, peixes, tartarugas, crocodilianos, pterossauros e dinossauros que datam do período Cretáceo, há 110 milhões de anos. O museu integra, inclusive, o Geopark Araripe.
Dica da BV: Programe ao menos um dia inteiro em Santana. Conte com metade do tempo para o Museu Plácido Cidade Nuvens, onde é possível agendar visitas guiadas, e outra metade para explorar o Geossítio Pontal da Santa Cruz.
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Museu de Paleontologia


A poucos quilômetros dali, o Parque dos Pterossauros e o Geossítio Pontal da Santa Cruz oferecem trilhas por mirantes e rochas fossilíferas, com cenários de tirar o fôlego, como o pôr do sol sobre a Chapada do Araripe. As formações revelam vestígios da história da Terra e confirmam por que Santana do Cariri é chamada de “Capital Cearense da Paleontologia”. 
 
Santuário em homenagem à Menina Benigna (Foto: Nivia Uchoa)


Enquanto a ciência narra a evolução da vida, a fé encontra voz em espaços sagrados: a Igreja Matriz de Sant’Ana mantém viva a devoção local. Já o Santuário da Menina Benigna, que homenageia a jovem mártir Benigna Cardoso – assassinada na década de 1940 e em processo de beatificação pela Igreja –, recebe romeiros todo mês de outubro. 
 
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